O "Um Dia em Segurança”está de regresso para a sua 19.ª edição e, após três anos, volta a Lisboa no próximo dia 16 de abril.
O Auditório do Metro do Alto dos Moinhos foi o espaço escolhido pela CEDROS, ET, P2i e Sinaluxpara receber uma edição que se pretende verdadeiramente Segura, Inovadora e Interativa, e repleta de novidades!
Enquanto evento de referência nas áreas da Prevenção e Segurança, o "Um Dia em Segurança” reforça, uma vez mais, o seu compromisso com a partilha de conhecimento e a promoção de networking, através de conferências, mesas-redondas e uma área de exposição que aproxima profissionais, especialistas e empresas do setor.
A edição de 2026 centra-se em duas grandes temáticas:
INTEGRAÇÃO ENTRE DESIGN E SEGURANÇA:
A evolução da SCIE face às novas tendências, com soluções flexíveis,
responsáveis e alinhadas com o futuro.
CONTINUIDADE DO NEGÓCIO,
GESTÃO DA EMERGÊNCIA E SEGURANÇA AMBIENTAL:
Preparação, resiliência e estratégia num contexto cada vez mais exigenteFiel à sua tradição, o "Um Dia em Segurança” mantém o compromisso com a solidariedade: doando na íntegra o donativo da inscrição de cada participante - no valor de 10€ - para a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI).
Inscreva-se já e acompanhe todas as novidades nas nossas redes sociais, não vai querer perder esta oportunidade!
Contamos consigo!
De 1 a 6 de junho, a indústria internacional da Segurança contra Incêndios volta a reunir-se na Hannover Messe para a Interschutz 2026, e a Sinalux marcará presença, uma vez mais enquanto expositora!
A equipa Sinalux está ansiosa por voltar a encontrar os nossos clientes e parceiros, bem como criar momentos de networking com potenciais clientes.
A Sinalux terá um stand completamente renovado e bastante atrativo, onde apresentaremos as nossas últimas novidades.
Visite-nos, de 1 a 6 de junho, no Hall 12, stand D09!
| PEÇA AQUI O SEU CONVITE GRATUITO! |
• Decisões automatizadas, quando o sistema define a resolução sem análise ou intervenção humana;O campo de aplicação é vasto e pode passar pela distribuição de tarefas e supervisão até à avaliação de desempenho.
• Decisões semiautomatizadas, quando o sistema fornece recomendações que apoiam uma decisão consciente e informada por parte de responsáveis pela gestão do trabalho nas empresas.
• Pressão acrescida sobre o desempenho: a monitorização constante e a intensificação do ritmo de trabalho reduzem a autonomia, geram frustração e stress, o que muitas vezes diminui a produtividade, a criatividade e a proatividade dos indivíduos;
• Riscos físicos: ritmos excessivos e cargas de trabalho elevadas aumentam a probabilidade de lesões musculoesqueléticas e de acidentes de trabalho;
• Clima organizacional: a utilização intensiva de sistemas de gestão do trabalho assentes em IA pode levar a avaliações menos individualizadas, aumentando a perceção de injustiça, a competitividade excessiva e o isolamento social, reduzindo a colaboração e a comunicação dentro das equipas;
• Perda de competências: quando os sistemas são usados em larga escala, há risco de redução da capacidade cognitiva e enfraquecimento de competências essenciais.
Apoiar os trabalhadores de forma personalizada;
Fornecer aos gestores informações que permitam decisões mais seguras e eficazes;
Incorporar indicadores de segurança e saúde como aspetos centrais nos modelos algorítmicos;
Promover formação e informação adequadas para todos os envolvidos.
O transporte de matérias perigosas está sujeito a regulamentação rigorosa para garantir a segurança de pessoas, bens e do ambiente.
O ADR (Acordo Relativo ao Transporte Internacional de Mercadorias Perigosas por Estrada), elaborado a 30 de setembro de 1957 com as recomendações das Nações Unidas (ONU), é um tratado internacional que regulamenta o transporte seguro de substâncias perigosas por estrada.
Assinado pela maioria dos países europeus, alguns países da Ásia e do Norte de África, o ADR tem previstas revisões bienais em anos ímpares, sendo a última em 2025.
O ADR define uma lista detalhada de substâncias perigosas, indicando se o seu transporte é permitido e quais os requisitos específicos a cumprir, como por exemplo, a sua carga, descarga e armazenagem.
Neste contexto, a sinalização desempenha um papel essencial, sendo obrigatória para a identificação das classes de perigo e dos respetivos riscos, de acordo com a simbologia e as regras estabelecidas no Capítulo 5 do ADR. Os pictogramas de sinalização estão organizados em 9 classes distintas, cada um representando um tipo de perigo (explosivos, gases, líquidos inflamáveis, sólidos inflamáveis, entre outros).
Esta regulamentação afeta, não só os envolvidos diretos no transporte destas mercadorias, como também fabricantes de componentes, embalagens e materiais de manuseamento de mercadorias perigosas.
Alguns resíduos perigosos, pelas suas características, são classificados como mercadorias perigosas e, por isso, estão sujeitos aos requisitos do ADR, bem como a legislação ambiental específica, nomeadamente a Portaria n.º 145/2017, de 26 de abril.

EMBALAGENS
A sinalização para embalagens é essencial para garantir a segurança no transporte, armazenagem e manuseamento de produtos, estando de acordo com a ISO 780:2015 e Decreto-Lei n.º 63-A/2008, de 3 abril; com o regulamento (CE) n.º 1272/2008 e, também, pelo ADR.
Esta sinalização permite identificar corretamente o tipo de conteúdo das embalagens, alertando para eventuais perigos e indicando, também, os cuidados específicos a ter durante a sua movimentação.
Os pictogramas utilizados nas embalagens podem indicar:
A utilização de símbolos normalizados facilita a comunicação entre todos os intervenientes na cadeia logística, independentemente da língua ou do país de destino, reduzindo o risco de acidentes e assegurando a conformidade legal.




Desde 2021 que a Sinalux se associa à edição portuguesa do ADR enquanto patrocinador oficial, dando assim o seu contributo a uma obra de referência e contribuindo para o desenvolvimento do mercado e evolução do conhecimento nesta área.
Faça download do flyer AQUI.